Parece cocaína mas é só tristeza.

quinta-feira, julho 21





Eu vivia numa redoma, desconhecia a parte ruim, não sabia o que era tristeza. Até que chegou a hora do meu grande companheiro dar adeus, meu querido avô Carlos foi descansar num lugar perto de Deus. E então a tempestade se fez, e alagou com todo o meu jardim. Eu chorei, e chorei, lembro o quanto foi foda me erguer novamente. Mas eu fui mais forte acabei superando, o meu corte virou cicatriz, não odeio essa fase afinal. Cresci. De repente abri os olhos e percebi que um dia a vida acaba independentemente dos planos aos cuidados especiais, o tempo passar, a pele enrrugar, e o que foi já não é e nem voltará a ser. A brisa me traz, fotos cerebrais, que eu tirei dos bons e maus momentos que vivi. Complicada a matemática que resultou eu mim, a vida me ensinou que é tão simples ser feliz, basta aceitar que ela é como é e que as vezes batemos o nosso nariz... Pois pude ver e perceber que sou, muito maior se nescessitar de ser, as lágrimas se secaram, correntes não me prendem mais. O sufoco é fugás. Cresci.
Rancore

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